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1. Ato de querer saber para ir contar a outrem.
2. Fato ou coisa contada em segredo, sem conhecimento do(s) visado(s) ou sem conhecimento real ou efetivo.
A definição do dicionário é clara porém não faz juz à gravidade causada por este ato.
Num primeiro momento pode-se pensar "que mal há em uma fofoca?" . Mas uma fofoca mal(ou bem) contada, sem visão de lucro aparente, demonstra o puro e simples interesse na discórdia. Até que tudo se esclareça, pessoas se ferem, amizades se rompem, laços familiares são abalados, em razão das pessoas se deixarem levar por informações manipuladas.
Por que então creditar um fofoqueiro? Na grande maioria das vezes, ele vem sob a máscara do bem-feitor, alguém que quer lhe por a par daquilo que você não sabia mas "tinha" que saber, e ele lhe fez o grande favor de fazer isso.
Mas é claro que uma estória insossa não tem graça. Então à maneira dele, o fato é distorcido e ampliado, ou simplesmente enfocado de uma maneira que seja impossível não lhe dar atenção ou se importar pelo acontecido. Isto causa um maior impacto e consequentemente uma maior angústia do ouvinte. Nesse momento então é que ele, o fofoqueiro, se mostra solícito à acalentar a vítima de seu veneno. É uma das formas mais cruéis de sadismo.
Até acredito que hajam as fofocas inocentes ou inconscientes, com o real intuito de proteção, mas além de raras não são menos prejudiciais.
Acredita-se em várias origens para o ímpeto de fofocar mas as duas mais comuns são a patológica e a espiritual. Pois sob a influência de uma doença mental ou uma energia negativa intensa, é comum ter prazer em se causar o mal.
O primeiro passo para não sermos vítimas é aprender a filtrar o que nos é dito, impedindo que o divertimento destes seres doentes influencie negativamente no que somos ou em como nos relacionamos com nossos pares.
Se não for o suficiente e nos virmos envolvidos passivamente em uma fofoca, apresente os fatos reais aos envolvidos e repare, na medida do possível, os estragos causados. Fazer-se conhecido por espalhar comentários ou estórias das quais não se tem certeza pode atrair uma certa popularidade ao dito fofoqueiro no início, mas depois, com o esclarecimento do assunto, o descrédito que se causou volta contra quem o desencadeou.
E então nos resta ajudar ao fofoqueiro, não valorizando o que nos é dito em vão, pois estando imunes a estas influências, impedimos que os danos se propaguem através de nós e que o mal seja efetivado. E o mais importante, rezando para que Deus o ilumine e o salve. Pois por mais que os alvos de seus atos sofram, o maior sofredor é o próprio algoz, que leva uma vida sem prazeres e precisa sorver a alegria alheia para seu alento.

Eu e minha esposa fomos em uma festa de 15 anos e pudemos ver o que já sabíamos que existia. A famosa expressão que tanto odiávamos em nossa geração e que agora parece mais real que nunca: "Juventude perdida". Ela fez um post que linko abaixo e me pediu para dar o meu ponto de vista. Então segue:
Não podemos negar que mulheres rebolando em poses sensuais são um atrativo.
Mas note bem as palavras que usei: "mulheres" e "sensuais".
Quando garotas, por mais bem dotadas que sejam, fazem danças sexuais, um sentimento de revolta me invade.
Nem todos têm essa consciência. Se aproveitar da fragilidade mental dessas garotas que só refletem aquilo que nosso meio promove não lhes causa o menor remorso.
Me lembro de minha infância e adolescência, dos hi-fi's, dança da vassoura... onde tínhamos o romance, o desejo não nos era imposto, vinha com o tempo, naturalmente.
Ouvíamos música boa, nossa reclamação eram quanto aos menudos, back street boys... posso dizer que sinto até falta deles.
O movimento funk, originalmente tinha seu apelo. Batidas fortes, protesto, inteligência e poesia sem hipocrisia. Hoje não passa de vulgaridade. Quando ouço algo me lembro daquelas revistas pornôs em miniatura que achava nos quartos de meus tios. Só sacanagem.
Posso parecer retrógado ou conservador, mas hoje em dia, como todos dizem, está fácil demais. Não há desafio para se conquistar uma mulher. Não há clima. Você vai a um lugar, escuta as músicas falando de sexo e as meninas em poses sexuais, basta ver onde se encaixa e pronto.
Se isso não parar agora, o que estará acontecendo em 10 ou 20 anos? Vamos ser como cães e transar no meio da rua quando der vontade?
Na boa, sou homem, muito homem. Mas está demais. Não tenho e nunca tive atração por menininhas. Não tenho e nunca tive prazer em ouvir porcaria. Os dois juntos então, nem pensar.
Uma vez ouvi que todas as tendências da humanidade são cíclicas, vão e voltam, somem como se nunca tivessem existido para dar lugar a uma roupagem nova de um modelo antigo. Não vejo a hora disso acontecer. O ciclo do funk vulgar e do sexo escrachado já deu o que tinha que dar.
Que a roda da vida se mova e que essas crianças tenham o prazer de viver o que eu tive e não o pesar de olhar para trás, depois de alguns anos, e se perguntar "o que eu fiz da minha vida?"
Em resposta ao post original: GAROTA QUE VAI EM BAILE FUNK É PUTA?
Senhores. A luta contra a preguiça desinformação é árdua. E por culpa de grandes corporações estive fora do ar por um tempo.
Voltando, descobri que o site fica simplesmente imprestável no IE(ARGH) e no Chrome. Mais por conta do segundo do que pelo IE(ARGH) estou trabalhando para melhorar a visualização nestes navegadores.
Em breve com novidades. Talvez um layout novo, talvez um novo colaborador, talvez uma nova perspectiva... talvez não volte 8|... espero que sim. Até.
